COMUNICADO DA DIRETORIA
Nº 55/06
7 de agosto de 2006

POR UMA POLÍTICA SALARIAL CONSISTENTE E DURADOURA
     UNIDADE NA LUTA EM PONTOS Q
UE CONGREGAM TODA A CATEGORIA

Conforme divulgado anteriormente, a Administração informou que não haverá plus referente ao segundo trimestre de 2006 porque as metas não foram atingidas.

Pelo Acordo de Resultados, a primeira meta a ser atingida seria a receita de ICMS do 2º tri/2006 superar a receita de ICMS do 2º tri/2005 corrigida pelo IPCA previsto, de 5%.

sta meta não foi atingida, conforme demonstra o quadro abaixo:

DECRETO 43.851/04, art. 7º B, Parágrafo 1º:

Valores Em R$ mil
1 – Arrecadação do segundo trimestre de 2005 (ICMS Principal) 3.874.923
2 – Meta 1: R$ 3.874.923 + IPCA previsto (5%) 4.068.669
3 – Arrecadação do segundo trimestre de 2006 4.017.078
4 – Diferença a menor (51.591)

Observação: o IPCA efetivo foi de 4,03%, inferior, portanto, ao índice previsto no Acordo de Resultados (5%), que serviu de base para a correção da receita de ICMS do 2º tri/2005.

Confira o release enviado à imprensa

PLUS NÃO É POLÍTICA SALARIAL
Desde a implantação do prêmio por produtividade (plus), levantamos os problemas dele decorrentes e afirmamos que não havia como a diretoria defender este instituto nos termos em que ele foi idealizado, já que ele excluía parte da categoria e enfraquecia o nosso sistema remuneratório. Embora fosse um assunto polêmico e desagregador, não nos furtamos de ampliar o debate em todo o Estado, enfrentando os problemas do plus e ouvindo todas as partes.

Veja nossa posição, manifestada no Caderno SINDIFISCO-MG: Por uma política salarial consistente e duradoura, publicado em setembro de 2004:

“Queremos deixar claro que não somos contra reajuste salarial para qualquer membro da categoria, mas contra a exclusão de servidores e situações, que possam comprometer, no futuro, a nossa carreira e nosso sistema remuneratório. Portanto, não há como o Sindicato defender este prêmio.” (Pág. 3)

“As metas são inegociáveis, portanto não podemos ter expectativa de receber o plus por muito tempo. E as metas no futuro tendem a ser inatingíveis, tornando-se um verdadeiro pau-de-sebo.” (Pág. 10)

Nossa luta deve ser construída em torno de pontos que unam a categoria, tais como piso, teto e uma política salarial que fortaleça o nosso vencimento e GEPI.

A Diretoria