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COMUNICADO
DA DIRETORIA
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28
de janeiro de 2005
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100%
EM DEFESA DA IMAGEM DO FISCO
SINDIFISCO atento às publicações
da mídia
A
notícia
Sempre atento às publicações da mídia, quando a
imagem do Fisco Mineiro é atingida ou equívocos e incorreções
são cometidos, o SINDIFISCO, como
legítimo representante da categoria fiscal, tem tomados todas as providências.
Defendemos uma imprensa livre, mas ética e responsável, apegada
à veracidade dos fatos.
O jornalista Nairo Alméri, em sua coluna do dia 24 de janeiro, do jornal Hoje em Dia, com o título "Desvendando contracheques e fortunas dos servidores", faz graves acusações à categoria fiscal, tais como: "o corporativismo, em defesa dos chamados direitos adquiridos, será um osso duro para a Seplag, principalmente na área dos fiscais na Receita Estadual"; "é comum 'agente fiscal', após cumprida a 'meta' do mês, ficar até 20 dias sem precisar trabalhar", e outras.
Clique
aqui e veja a nota na íntegra, veiculada no Hoje em Dia.
As
providências
O SINDIFISCO solicitou o direito de resposta
ao diretor de Redação do Hoje em Dia, Carlos Lindenberg, enviando,
para publicação, texto (veja abaixo), esclarecendo os equívocos.
Envie também sua opinião ao jornal: para a seção
"DO LEITOR" (cartas no máximo 10 linhas e artigos 30 linhas
datilografadas) - opinião@hojemdia.com.br - e/ou diretamente ao colunista
- ColunaNA@hojeemdia.com.br
Clique
aqui e veja as manifestações da categoria enviadas ao jornal
Já encaminhamos a referida matéria ao nosso Departamento Jurídico para interpelação judicial e, ainda, ofício ao secretário da Fazenda solicitando providências.
Clique aqui e veja
Ofício 006/05
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DIREITO DE RESPOSTA O SINDIFISCO-MG esclarece que o jornalista Nairo Alméri cometeu equívocos em sua coluna ("Desvendando contracheques e fortunas dos servidores", Economia, 24/01). Não há pagamento de salário que não esteja fundamentado em Lei. Imaginar ilegalidade nestes pagamentos significa dizer que o órgão responsável por eles - a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) - não está cumprindo com o seu principal dever. O salário base do fiscal é de R$5.300,00, conforme edital do último concurso, realizado em 2004; qualquer acréscimo a esse valor é fruto de desenvolvimento na carreira e de incidência legal de adicionais por tempo de serviço, variando portanto de servidor para servidor. Os fiscais têm os mesmos deveres dos demais servidores do Estado e cumprem jornada de trabalho de 40 horas semanais. Não há previsão legal para que o servidor fiscal possa ficar sem trabalhar por ter cumprido a meta de trabalho, que aliás é aferida somente após o término do trimestre civil a que se refere. O valor da remuneração de cada servidor fiscal está vinculado basicamente à assiduidade, à pontualidade, à qualidade do serviço executado e ao cumprimento das metas de trabalho, que não são metas de arrecadação mas de desenvolvimento de certas atividades e/ou roteiros de fiscalização. O salário do servidor fiscal não depende, portanto, do valor global dos tributos arrecadados pelo Estado em função das autuações eventualmente realizadas pelo servidor ao longo do trimestre civil. O SINDIFISCO-MG nunca criou empecilhos para que o Estado aferisse a compatibilidade entre o patrimônio pessoal dos servidores e os respectivos rendimentos. Apesar das condições adversas de trabalho, nós, fiscais de tributos, trabalhamos diuturnamente no combate à sonegação e aos crimes dela decorrente (lavagem de dinheiro, narcotráfico, adulteração de mercadorias, roubo de cargas, corrupção e outros), contribuindo para o equilíbrio das contas públicas. Cumprimos, com dignidade a nossa verdadeira função social, provendo os cofres públicos dos recursos necessários para a implementação de políticas sociais (saúde, educação, segurança, saneamento básico, emprego) tão desejadas pela sociedade. |
Colega:
se você vir alguma declaração que denigra a imagem do Fisco,
denuncie ao SINDIFISCO, que tomaremos todas as medidas cabíveis.
A Diretoria