Hoje
em dia, 14
de março de 2011 - Primeiro Caderno -
Seção:
Política - Pág.
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Maioria,
base não vê barreiras ao diálogo
Para os deputados, os temas que serão polêmicos ou mais
relevantes são diferentes. A situação enaltece as
propostas do governador e a oposição procura colocar na
pauta uma agenda própria de reivindicações.
Para o líder do Governo, o deputado Luiz Humberto carneiro (PSDB),
o que tem de mais importante para ser votado no momento é o projeto
do Governo que determina o fim das pensões vitalícias para
ex-governadores e seus dependentes. O parlamentar acredita que as votações
serão "tranquilas" para o Governo neste ano, pois a
base governista mantém o "diálogo sempre aberto com
a oposição". Entre os 77 deputados, a oposição
conta apenas com 23 parlamentares.
O deputado Gustavo Valadares (DEM), líder da maioria na Casa,
não quis arriscar em dizer quais as propostas que terão
mais destaque. Ele justificou que os projetos estão iniciando
a tramitação nas comissões e que ainda não
há nada pronto para ser votado no plenário.
Deputados
de oposição apostam nas questões ligadas
ao funcionalismo para acirrar debate na Casa
A Proposta de Emenda à Constituição 7 propõe
que os valores arrecadados com a taxa de segurança pública
sejam vinculados à pasta de defesa Social. Atualmente, os valores
arrecadados vão para o caixa único do Estado e podem ser
utilizados em outras atribuições. "O Governo normalmente
não quer isso. Não temos garantia que tudo é aplicado
em segurança pública", diz o deputado Sargento Rodrigues
(PDT), líder da bancada do PDT.
O líder do bloco de oposição, deputado Rogério
Correia (PT), aposta na remuneração do funcionalismo. "A
criação do salário mínimo regional, a definição
da data-base dos servidores públicos, o valor do piso da Educação,
são alguns dos temas que vamos discutir". O parlamentar diz
ainda que pretende inserir a questão da agricultura familiar quando
for discutida na Casa a unificação dos órgãos
ambientais. "Precisamos discutir o zoneamento".
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