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Campanha
A luta do SINDIFISCO-MG se desenvolve em dois
eixos: o primeiro é direcionado
para questões internas e que contemplem a pauta positiva
de reivindicações da categoria; o outro é voltado
para o nosso compromisso com a sociedade por um sistema tributário
mais justo, bem como de exigir a melhor aplicação
dos gastos públicos.
Conforme decisão do Conselho Deliberativo Ampliado
do Sindicato, reunido em 11 de abril, foi aprovada, a realização
de ações de denúncia social, culminando
com grande ato público, enfatizando a questão
da elevada alíquota sobre a energia elétrica
praticada em Minas Gerais.
Nessa linha de denúncia social, vale ressaltar que
o SINDIFISCO-MG não está defendendo a redução
da arrecadação de ICMS, mas a melhor distribuição
da carga tributária em Minas, de forma a torná-la
mais justa. Nossa proposta é a compensação
da perda de receita por meio da redução dos
benefícios fiscais concedidos sem critérios
pelo governo e a maior tributação sobre setores
que hoje não pagam quase nada.
No dia 15 de junho, o SINDIFISCO-MG lançou a Campanha
do Imposto Justo: imposto menor para o que for essencial, imposto
maior para supérfluos. Por meio de panfletos, faixas
e anúncios, estamos denunciando a injusta tributação
em Minas: alíquotas de ICMS elevadas para energia elétrica
(30%), gasolina (27%) e telefonia (25%); e reduzidas para joias
(5%), querosene para aviação (3%). Nosso objetivo é conscientizar
a população de que o governo mineiro, em vez
de diminuir a carga tributária nos serviços e
bens essenciais, reduz impostos de supérfluos.
No dia 7 de julho, realizaremos, a partir das
14 horas, manifestação
na Praça 7, no centro de BH, em defesa da redução
da alíquota de ICMS da energia elétrica em Minas.
A luta do SINDIFISCO-MG por um sistema tributário mais
justo não é nova. Desde 2005, o Sindicato vem
denunciando à sociedade as altas alíquotas de
ICMS determinadas pelo governo de Minas, em publicações
editadas pelo Sindicato e na imprensa. É preciso, também,
alterar o perfil da carga tributária brasileira, tributando
menos o consumo (47,1%) e a mão de obra (28,05%), que
totalizam 75,15% da carga. Dessa forma, quem paga a conta no
País é o trabalhador.
Quanto
mais justo for o sistema tributário,
mais forte será a categoria fiscal,
mais valorizados serão os servidores!
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